Código:   Senha:
 
Rua Visconde do Rio Branco, 741 - Centro - Mococa SP
(19) 3656 - 0611
Sábado, 19 de Maio de 2012

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
Newsletter
Cadastre seu e-mail

 
Galeria de Fotos

Coquetel do Comerciante


1º Jantar Empresarial ACI


Videoteca Bom Dia Oportunidade


Chegada do Papai Noel


1º Encontro da Indústria

 
 
 

Notícias


Venda de remédios em farmácias muda a partir de hoje

Estantes cheias e acesso fácil aos medicamentos. O consumidor que entra hoje nas farmácias escolhe sozinho o que quer levar para casa. Mas começa a valer a partir desta quinta-feira (18) a nova norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária que determina que apenas fitoterápicos (remédios à base de plantas e ervas), itens de perfumaria e alimentos funcionais fiquem nas gôndolas.
Outros medicamentos como antigripais ou comprimidos para dor de cabeça deverão ser comprados somente com o balconista.

"Pode ser que ocasione mais filas. Aqui é mais fácil pegar e passar no caixa", diz a cliente Isabela Absanra. "Medicamento não deixa de ser droga. Precisa realmente haver um controle", afirma Ana Carolina Oliveira, uma outra consumidora.
As farmácias tiveram seis meses para se adequar a rotina, mas resistem às mudanças.
"Talvez o número de funcionários que eu tenha hoje não dê o atendimento adequado. Isso quer dizer que vou ter que contratar e aumentar custos", diz o farmacêutico Juan Carlos Becerra Rios.

O resultado é uma guerra de liminares que deixa difícil saber quem tem que cumprir a regra. Para se ter uma ideia da confusão, a mesma rede de farmácias passa por duas situações. Uma das últimas lojas inauguradas está dentro das regras da Anvisa, os medicamentos não ficam ao alcance dos clientes. Uma outra mais antiga não está adaptada e não deve mudar o sistema de vendas nos próximas dias.

A empresa se apoia em uma liminar concedida à Abrafarma, associação que representa mais de 2.000 farmácias no Brasil.
Enquanto a decisão estiver valendo elas estão desobrigadas de seguir as regras. Outras associações também ganharam esse direito na Justiça. Pelo menos por um tempo o consumidor vai esbarrar com as duas formas de venda.
Pedro Menegasso, diretor do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo, declara que será necessário um período de adaptação:
"Vai demorar um tempo até as pessoas criarem a cultura de seguir as regras Estamos tratando de mudança cultural. É uma caminhada longa, mas é importante o primeiro passo."

Fonte: G1.com


Enquete
Quais são as suas expectativas de vendas em 2012 para o comércio de Mococa?






Publicidade




















Desenvolvido por TPC - Tecnologia em Proteção ao Crédito